Dicas românticas para mulheres

Se você procura ser melhor no amor ou um melhor na conquista, estas 101 ideias românticas farão toda a diferença na sua vida e ainda mais diferença na vida da pessoa a conquistar. O romantismo não está morto, precisa apenas de ser reinventado! São necessárias ideias originais para surpreender a namorada ou o namorado que possam quebrar a rotina dos relacionamentos ou até quebrar o ... Veja essas sugestões e escolha algumas para colocar em prática em um dia qualquer, apenas porque quer ver um sorriso espontâneo no rosto do seu amor. As melhores ideias românticas. Homens e mulheres gostam de ser surpreendidos com ideias românticas, desde que sejam realmente legais. Eu amei as dicas. Hilárias. O da nota de cinquenta ou cem dentro da garrafa foi show! ^.^ Pena que eu não tenha para quem mandar o link do seu blog! ¬¬ Mas, só em ler já me animo em procurar. Bjs amada. :***** 11/2/09 7:39 PM Algumas dicas românticas para fazer para o seu amor. Avalie esse artigo ... Isso é sempre fácil para as as mulheres, é algo natural, mas muitas mulheres se esquecem que tem que conquistar o namorado todos os dias e acabam caindo no relaxo. Quando ele ver você, você verá que todo o esforço valeu a pena. ... Não temos que argumentar muito para convencer alguém que Paris é a cidade dos apaixonados. Com todo aquele charme histórico e romântico, a capital da França é um dos destinos mais procurados pelos amantes para celebrar bodas, dia dos namorados, lua de mel ou propostas de casamentos.. Pode até parecer mentira, mas aos pés da Torre Eiffel ou na orla do Sena há uma magia que aviva as ... dicas de relacionamento para mulheres: 10 coisas românticas seu homem quer que você faça `S geralmente os homens que recebem toda a imprensa mal por não ser romântico o suficiente, mas não esqueça que ele precisa de um pouco de amar demasiado! CINCO COMÉDIAS ROMÂNTICAS PARA ASSISTIR A DOIS – Fazendo uma seleção das cinco melhores Comédias Românticas para assistir a dois, não poderia ficar esquecido o filme Simplesmente Amor, de Richard Curtis, com diversas histórias entrelaçadas em torno de um aeroporto, onde Colin Firth arrisca um enrolado português, pelo garoto apaixonado, por Hugh Grant atacando de primeiro ministro ... A DM (Dicas Mulheres) não é só moda mais também entretenimento xD Vai estrear o filme Enrolados a nova animação da Disney, inovadora por sinal, já que a Princesa dessa vez resolve se juntar com o maior bandido do reino, acabando de vez com a onda dos mocinhos do bem. 14 dicas românticas que as mulheres adoram Dizer 'eu te amo' pode significar o mundo para muitas mulheres. Mas, às vezes, você nem precisa dizer nada para que ela saiba o quanto a quer bem. Aqui estão alguns gestos românticos que as mulheres geralmente adoram. Um momento a dois fica muito mais romântico quando é embalado por alguma música. Nos filmes e novelas, por exemplo, é possível se emocionar de verdade ao escutar o primeiro acorde do single do casal protagonista.. Na vida real também é assim. Um jantar romântico ou o primeiro encontro podem se transformar em um grande evento – e se estender por toda a noite – se for embalado pelas ...

Pulseira De Pérola: Preços, Modelos e Como Usar Joias em Foco

2020.07.30 22:02 joiasemfocoseo Pulseira De Pérola: Preços, Modelos e Como Usar Joias em Foco

Pulseira De Pérola: Preços, Modelos e Como Usar Joias em Foco

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A pulseira de pérola é uma peça bastante versátil e pode ser incorporada em diversos visuais, seguindo tanto tendências clássicas quanto modernas!
Essa peça já consagrada nas passarelas recebe releituras de acordo com as novas modas. Já tendo sido utilizada de maneira trabalhada, demonstrando o poder de uma joia. Sendo vista até mesmo de forma simples através de pedras artificiais usadas no dia-a-dia.
A popularidade é tanta que o que não falta são bijuterias que tentam reproduzir seu estilo. Para muitas mulheres, a pulseira de pérola é sinal de romantismo, mas, tem até mesmo aquelas que adaptam seu uso ao estilo rock ‘n’ roll.
De todas as formas, esse é um tipo de acessório que pode ser utilizado de dia ou de noite, de forma casual ou elaborada, por mulheres adultas ou crianças. Quem determina seu sentido em um visual é unicamente quem a usa e, por isso, ela é tão adaptável!
Por exemplo, pulseiras de pérola para noivas, por ser delicadas e românticas, essa peça harmoniza muito bem com o vestido da noiva, principalmente por seguir o padrão de cores claras. Sendo assim, vista em diferentes modelos.
Mas em caminho contrário existem as pérola negras, outra versão dessa pedra clássica, a pérola negra é bem rara e pode ser utilizada para criar um estilo mais sóbrio, gótico, rock ‘n’ roll e até mesmo moderno. Em geral, o acabamento é feito com fechos ou correntes de prata, incluindo as versões artificiais.
Fizemos um post com muitas dicas e ideias de combinação e preço sobre a pulseira de pérola. Confira em: https://joiasemfoco.com.bblog/pulseira-de-perola-como-usa
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2020.06.05 04:58 Nonsense_09 Processo de auto aceitação da própria sexualidade

Me identifico como bissexual, mas nunca fiquei com um com um homem, pra dizer a vdd sei que a sexualidade é algo muito particular de cada pessoa e eu sinto atração mais forte por mulheres mas na vdd as vezes isso me parece ser mais fluido... bom meu processo de descoberta começou na minha infância com umas admirações por alguns homens em novelas/filmes (eu não sabia a palavra crush na época mas não sei se da pra considerar pq eu não me lembro de ter intenções românticas) era coisa bem isolada e eu não dava atenção a isso pq eu não tinha essas intenções na época e tbm eu já tinha dado meu primeiro beijo bem novo mesmo com a filha da vizinha então não tava me preocupando com essas coisas não sabia nem o que era sexo tão pouco orientação sexual, já na adolescência foi quando comecei a perceber que eu tbm notava os meninos com menos frequência que as meninas mas sempre tinha um ou outro que me chamava a atenção, cheguei a ter crush em um amigo meu e até em alguns de outras turmas mas eu era religioso dms então eu reprimia e ia atrás das meninas mesmo, acabei tendo contato com pornografia nessa época (sei que não é uma coisa boa mas hoje em dia é quase impossível não ter contato com isso) e foi justamente aí que fui desenvolvendo um fetiche em ficar com rapazes o tempo passou eu comecei a me interessar cada vez mais pelos vídeos gays/bi mas sempre tento abandonar mais esses conteúdos (porno no geral não acho que isso seja saudável para a vida sexual mas é difícil não entrar em contato, sempre acaba aparecendo em qualquer lugar) aos meus 19 anos perdi minha virgindade com uma mulher mais velha que eu e desde então comecei uma vida sexual mais ativa, atualmente eu tenho 21 anos e já tive vários relacionamentos mas sempre com meninas e claro tinha receio de falar sobre isso com elas devido preconceitos que posso sofrer, eu já até cheguei a trocar nudes com um rapaz de outro estado que conheci pelo instagram mas não passou disso, eu me sentia errado por fazer isso, mas quando eu tava com uma menina eu não me sentia mal, é isso que mais me atormenta eu ser bi mas não consegui ficar 100% de boas com isso...
Tenho muitos problemas com a identificação e uma auto aceitação de minha sexualidade, e faz um tempo que comecei no reddit e ja vinha com uma vontade de pedir ajuda nessa questão, justamente pelo anonimato acho mais tranquilo me abrir sobre isso, como cresci em uma família muito religiosa, sempre me foi ensinado que tudo que não fosse hetero é errado e vai pro inferno que era uma abominação... e apesar de hoje eu ser agnóstico eu ainda tenho essa mentalidade que muitas vezes fica me torturando, é um processo complicado mas pra ser sincero eu não tenho muitas pessoas pra me abrir nesse tema pq tbm tenho receio dos meus amigos/as se afastarem de mim e eu virar motivos pra fofocas e humilhação, a unica pessoa que tive coragem de assumir isso sobre mim foi pra uma amiga que é Pansexual ela foi compreensível mas mesmo assim nem sempre converso com ela sobre o assunto, eu sou muito fechado em algumas coisas e essa é uma delas, mesmo com tudo isso as vezes me pego pensando e tentando me convenceu de que na vdd sou hetero e isso é só uma fase que vai passar, bom realmente eu não sei muito o que fazer mas não me sinto bem não me aceitando e constantemente tentando não transparecer nada pra ninguém, essa repressão se aplica só a mim mesmo eu até me encorajo a me aceitar mais quando vejo pessoas que são bi e tão de boas com isso, mas pq mesmo as vezes falo pra mim mesmo que sou bi e que é de boas mas dps me pego me reprimindo novamente... é isso ;-;
Bom infelizmente sei que não sou o único e provavelmente existem casos parecidos com o meu e eu tbm tenho a intenção de ajudar quem tá na mesma situação por isso decidir fazer esse post, então a discussão/(ajuda tbm) que eu gostaria de fazer é: - Como foi o processo de aceitação de vcs? - O que ajudou a superar a mentalidade anti-lgbt contra si próprio/a? - vocês que passaram ou estão passando por isso tem alguma dica pra ajudar? Algo que ajudou vcs?
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2020.03.26 20:57 joiasemfocoseo Pulseira de Perola em 6x Sem Juros e Envio Imediato Joias em Foco

Pulseira de Perola em 6x Sem Juros e Envio Imediato Joias em Foco

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As pulseiras de pérola são elegantes e casuais. Combinam com todos os estilos de mulheres, da romântica até a roqueira. Isso porque existem diversos modelos e combinações que se pode fazer com ela.
No dia a dia e para as mulheres mais delicadas, a dica são as pulseiras com pérolas tradicionais e pequenas. Já para as extravagantes, se jogue nos materiais mais pesados e nas bolas maiores, combinarão com seu estilo.
O mix de pulseira de pérola também é um charme. Intercale modelos de bolas maiores com as menores. Ou combine-as com outros modelos, por exemplo, a pulseira de pingentes, essa combinação é um arraso.
Para as mulheres modernas, as pulseiras que combinam no mesmo modelo, bolas grandes e pequenas e de materiais diferentes, tem tudo a ver com você.
Veja em nosso site pulseira de perola com 15% OFF na primeira compra. Fabricação com tecnologia antialérgica e frete grátis para compras acima de R$150: https://joiasemfoco.com.bpulseiras-de-perola/
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2019.06.23 18:27 rubnesio Top 10 melhores(PIORES) cenas MARCANTES do livro As Crônicas de Arian Vol.1, com CLÍMAX, SEM CENSURA e versão SURTADA, sem nenhum revisor

A review COMPLETA foi postada aqui: Link
Depois de muitos incentivos de amigos e do pessoal do Twitter, li finalmente a obra do Youtuber Marco Abreu, publicada ano passado, 2018, em versão digital. Admito não ter ido com expectativas positivas do que esperar. O autor já demonstra limitações textuais no seu blog pessoal, quanto a posts mal escritos e um vocabulário muito limitado, cheio de vícios de linguagens e erros ortográficos. Mesmo tendo essa noção, fui surpreendido (negativamente) por um produto literário de conteúdo horrível, preguiçoso e de péssima qualidade.
Primeiro, um “pequeno” resumo do livro:
Resumo da história
Sinopse: “Um garoto acordou sem suas memórias perto de uma estrada do Sul. Com ele, apenas uma espada em condições ruins, mas com propriedades anormais. Ajudado por uma família, e depois por membros de uma guild, ele logo constatou que todos que ficavam perto dele acabam sofrendo, e se isolou.
Felizmente, ele nunca estava sozinho, uma fantasma, estava sempre a seu lado. Nos seus momentos mais felizes, e nos mais tristes, ela sempre estava lá para apoiá-lo. E com ela, ele seguiu, em busca de um sentido para sua vida, e respostas para os mistérios que o cercavam.
Um dia, finalmente conseguiu uma forma de obter respostas sobre si mesmo, ao entrar em uma missão, que, teoricamente, era para ser simples. Mas a missão não era o que aparentava. O que começou como uma escolta, virou algo sem precedentes na história do seu mundo.”
Se você leu a sinopse acima, a impressão que fica é: o livro vai contar a história do Arian nessa missão, em busca do seu passado perdido, enfrentando perigos ao longo do caminho, correto? E se eu disser que a história PRINCIPAL só começa depois do capítulo 20, onde ½ do livro são arcos periféricos que não agregam em nada a narrativa? Pois então...Vou tentar ser muito sucinto nessa parte, até para não alongar muito o texto, que já está grande para um caralho.
Começamos o livro com um arco de apresentação. Até aí tudo bem, porque é o que se espera do começo de um livro. Introduzir os seus personagens antes da grande aventura que irão enfrentar. E a sinopse dá entender que iria começar o capítulo introdutório com o passado do protagonista após acordar na beira da estrada. Então...não é bem assim que acontece de fato.
O primeiro arco começa em um bar, a partir da visão do segurança(???) do local, com seus pensamentos descritos pelo narrador do livro (a escrita é em terceira pessoa). Você já começa a torcer o nariz com aquele mundo, graças a inserção de vários conceitos avulsos e perdidos que não condiz muito com a realidade relatada. Aquele universo lembra muito o período medieval/feudos da nossa história antiga/idade média. Porém, o que nos foi apresentado é um mundo em que temos:
· Um sistema militar hierárquico e organizado, onde temos patente e divisão de funções bem definidas.
· A função/emprego de segurança em locais privados como bares(não são militares e sim pessoas normais sem treinamento específico).
· Sistema econômico complexo (conceitos avançados) , com noções de valores e mercado financeiro (só faltou citar a inflação no livro).
Entre diversas coisas, que geram certa estranheza e uma bagunça dentro das próprias regras estipuladas nas descrições. Vamos relevar por enquanto essa confusão de ideias prosseguir com o livro.
Voltando ao resumo, esse primeiro arco é basicamente uma forma de apresentar a GRANDE FORÇA “OCULTA” que o Arian tem no quesito podeforça. E qual a situação que o autor escolhe para demonstrar isso? Uma cena de ESTUPRO 🤦‍♂️(já vou abordar esse assunto mais para frente). Tudo se passa com uma MEIA-ELFA (enfatizo a palavra, porque é a motivação principal do Arian são essas mestiças inter-raciais), junto com o segurança (namorado dela), em que ambos são atacados por militares MALDOSOS e SÁDICOS (adjetivos usados a exaustão para todos os vilões desse primeiro livro). São salvos pelo protagonista aparecendo no momento previsível e oportuno. Depois do resgate, o Arian parte para outra jornada. Acabou o primeiro e nisso, já foram seis capítulos do livro. Enfim, um arco ruim e tosco que só serviu para apresentar três personagens que são de fato úteis: o Arian, o Cavaleiro Negro que o auxilia no resgate e na batalha (falo mais sobre ele depois), e da (nome da fantasma que está na sinopse e esquecida pelo autor por quase todo livro).
Em seguida, temos um segundo arco cheio de clichês até no talo. Um TORNEIO DE COMBATE está acontecendo, com a óbvia participação do Arian, é claro. Para quem vivia reclamando de histórias shounen, são mais dos mesmos, criança como protagonista, e sei lá mais o quê, o próprio Marco utilizar a mesma estrutura de uma competição/torneio como arco seguinte da introdução, semelhante a Dragon Ball, Naruto, Black Clover, entre outros mangás famosos de porrada, é no mínimo esquisito, bizarro, para não dizer contraditório. E somos apresentados a mais três personagens no final do campeonato: Marko, Kadia (ela consegue ler as mentes das pessoas a sua volta) e Dorian que farão parte da party dele.
Já se foi quase 20 capítulos até aqui de 44 presentes no livro vol. 1. Estou perto da metade do livro e quase nada da sinopse foi citada ou trabalhada no enredo? Sim. Exatamente esse sentimento que fiquei conforme lia o livro. É uma enrolação que não chega a lugar nenhum, falando em termos de história que está sendo contada. Foi uma introdução GIGANTESCA e INFLADA para aparentar que o livro é rico em detalhes ou informações (que não é verdade), elevando o número de páginas sem uma boa justificativa para tamanha demora em entrar na trama principal. Parece um trabalho acadêmico e escrito por um universitário preguiçoso, que tinha um número de páginas mínimas para fazer, só que ele não estudou suficiente para isso, e enrolou preenchendo com dados inúteis para alcançar os requisitos exigidos para a entrega e avaliação.
Mas agora parecia que ia entrar na trama da MISSÃO IMPORTANTE dita na sinopse. Mais personagens foram introduzidos e dava a impressão que agora ia para o rumo central, do que supostamente o livro devia contar. Só que não é isso que acontece. A Kadia, personagem que citei anteriormente, decide ler a mente do Arian e temos MAIS TRÊS CAPÍTULOS SOBRE O PASSADO DO PROTAGONISTA. Tipo, já se passaram mais de vinte capítulos e não começou a missão principal ainda??? Sim. É isso mesmo. Mais uma fuga do tema para contar mais alguma história paralela sem função para o enredo principal. (Se fosse no Enem, era zero certeza)
Resulta que temos um terceiro arco sobre o passado do Arian, após ele acordar na beira estrada com a . Prefiro não detalhar esse trecho, porque dos supostos três capítulos que servem para desenvolver o Arian e o que aconteceu com ele, dois desses capítulos são dedicados exclusivamente a descrever cenas de ESTUPRO com muito “entusiasmo”. Nada do que é esperado de um arco que apresenta o background do personagem principal, foi feito aqui. Foram capítulos inúteis que só tinham o propósito de CHOCAR. Até existe uma tentativa elaborar um conflito interno do Arian, só que é jogado fora completamente, porque no presente(em relação ao livro), ele não sofre mais com essa indecisão mostrada nesse trecho. Mais tempo perdido de leitura.
E finalmente, depois de três histórias pouco produtivas, chegamos no quarto arco que é a missão de escoltar a Lara e um objeto poderoso. Já passou metade do livro, e a jornada só começou ali. Tranquilo. Parece que vai engrenar. E vou lendo, e lendo, e mais lendo e nada de interessante acontece. Não é exagero. São vários capítulos deles cavalgando e dialogando entre si, enfrentando uns bandidos fracos, conversando mais um pouco, portais bidimensionais abrem e sugando tudo ao redor(???), personagens se salvam do perigo, conversam mais ainda do que antes...São 8 capítulos dessa forma, onde não temos coisas acontecendo ou eventos que movimentam a trama. É só eles indo por uma estrada até seu destino.
Talvez, até o autor deve ter percebido isso, que o livro estava ficando chato, coisa e tal. Então, ele decidiu deixar as coisas mais EMPOLGANTES. E qual foi a tática que ele usou para movimentar a trama? Colocar mais ESTUPROS. Né...Insinuar estupros com crianças de 6 anos de idade não choca mais como antigamente(sendo irônico aqui).
Temos mais lutas para defender as MEIAS-ELFAS do destino cruel que é a escravidão e os abusos sexuais, mais poder “oculto” do protagonista, mais Cavaleiro Negro (ele surge do nada em diversos momentos do livro) na jogada e termina a batalha sem grandes consequências para ninguém.
Não satisfeito, o autor foge novamente da trama principal e insere uma side-quest, em que o Arian e a Lara vão fazer, com o objetivo de matar os mortos vivos que estão na floresta daquela região próxima. A missão que é mencionada como a PARTE A MAIS IMPORTANTE do enredo que modificaria o mundo, e que iria mudar o Arian para SEMPRE, foi novamente jogada para escanteio e o foco se voltou para uma parada nada a ver.
Nem sei se classifico como quinto arco, ou capítulos de fillers essa missão secundária, porque nada o que ocorre nesses capítulos, tem grande relevância ou repercussão nos personagens ou movimenta trama, dita como a central. É mais um jeito de enrolar e esticar uma história que podia ser contada em poucas páginas. Para acelerar o processo de resumir o livro, o arco é uma missão que começa fácil, complica a situação, aparece Goblins, rola MAIS ESTUPROS (Goblin Slayer manda um abraço), eles lutam com milhares de Goblins, são salvos por uma deusa que não apareceu em nenhum momento anteriormente no livro (Deus Ex Machina fudido), e voltam para o grupo principal para completar a missão. É isso tudo que acontece nessa missão. Temos mais algumas informações (inúteis) sobre o passado do Arian e só.
Percebi que está terminando o livro. Faltam menos de cinco capítulos e pensei: Assim que vai terminar? Vou complementar o meu apanhado dizendo que, desde do capítulo 37 até o 43, só são lutas durante toda a narrativa. Porque mesmo voltando para o grupo principal, a cidade em que estavam todos da party do Arian, sofria uma invasão liderada pelo Cavaleiro Negro. Sim! Aquele mesmo Cavaleiro que salvou o Arian em vários momentos do livro anteriormente. E descobrimos que esse Cavaleiro Negro era o melhor amigo do protagonista na época em que ele estava na Guilda da cidade que se hospedaram.
O que era para ser uma reviravolta de roteiro ou um plot-twist, acaba se tornando uma situação vazia, já que esse suposto amigo do Arian, aparece em duas páginas no máximo do livro e não é estabelecido esse suposto vinculo de confiança entre os dois. Só mais uma situação jogada ali para nada. E novamente, seguindo o padrão de resumo do livro: lutas acontecem, vários personagens aparecem, mais lutas, mais pessoas surgem do nada, mais lutas com descrições confusas, mais gente que aparecem do nada, lobisomens que podem se transformar em URSOS(???), gente voando para trás, se dissipando, humanos normais, (vocês vão entender o que foi isso mais adiante no texto), mais lutas, mitologia grega e nórdica, dragões bidimensionais, portais pandimensionais, deuses aparecendo do nada, mais lutas, pessoas (a party do protagonista) sendo salvas no último minuto por personagens aleatórios, mais Deus Ex Machina ali, mais lutas, mais um pouco de Deus Ex Machina que não foi o bastante...enfim. Foi uma mistureba de eventos, que aquele mundo caracterizado no inicio do livro, nem se parece mais com o que foi descrito no final. Tudo é inserido ali a moda caralho, sem trabalho de construir algo coeso e que seja factível para existência desses elementos naquele universo.
Logo após essa lambança, o último capítulo (44) é dedicado exclusivamente a explicações (que já deviam ter sido feitas nos capítulos anteriores) e informações que eram necessárias (ou não) para dar base a estrutura daquele mundo no livro. Mas imaginem por um segundo, vocês lendo uma monografia cientifica, em que o texto daquele documento, foi feito por completo no dia anterior às pressas pelo autor. Pois é. Nas crônicas do Arian, coisas são simplesmente ditas no final e que devemos aceitar porque o autor está dizendo. Foda-se que não faz sentido, ou que não foi estipulado anteriormente, ocasionando a impressão de “termina de qualquer jeito, porque não é um capítulo de luta”. Foda-se tudo que é importante para construir uma boa história.
E temos finalmente o epílogo, em que o Marco tenta fazer um “joguinho com leitor”, escrevendo sete mini histórias que ocorrem antes dos acontecimentos do livro, sem a menção dos nomes dos personagens principais durante a escrita, para que o LEITOR TENTE adivinhar “A QUEM PERTENCE AQUELE PASSADO”. O resultado é algo idiota porque, você utilizando um pouco lógica e a técnica de exclusão de opções, você já sabe quem é quem nesse epílogo medíocre. É uma tentativa fracassada de tentar terminar o livro de uma forma diferente do comum. Se não consegue nem fazer o básico, não inventa.
Comentários Gerais:Erros de português
Já esperava uma qualidade questionável quanto a escrita do livro, principalmente voltado a parte gramatical e semântico de forma geral, porém fiquei surpreso o que li(Sou horrível em português e ainda sim fiquei chocado). Primeira coisa a ser apontada foi a presença de 3 REVISORES para a publicação. Tem editoras grandes que nem conseguem duas pessoas para revisar os textos publicados em seus livros/mangás/revistas...imagina 3 pessoas para revisar algo. E quanto mais gente melhor, não é mesmo? Errado. Mesmo tendo distintas pessoas revisando a redação literária, incluindo o próprio autor que afirma ter revisado diversas vezes seu próprio texto, o livro ainda apresenta erros ortográficos gritantes. E não são poucos. São MUITOS. Chegando ao absurdo de ter mais de três erros grotescos na mesma frase. Contei 934 erros em 384 páginas, incluindo a parte dos agradecimentos, que também continha deslizes gramaticais. (Cheguei a contar até certo ponto certinho, mas me perdi na contagem, deixando passar outros erros sem adicionar no montante. Aposto que passa de mais de mil erros, sem exageros).
A variedade dos erros vai de frases começarem no plural, mudarem para o singular e voltarem para o plural (vice-versa) incorretamente, conjugação dos verbos nos tempos errados, ausência de acentos nas palavras, o uso excessivo das vírgulas em diversos momentos e da falta delas em outros (passa a noção que o Marco não sabe utilizar as vírgulas):
“...governava aquela área, e habitava, normalmente, um castelo, na maior cidade...”
É um exemplo de vários trechos semelhantes que o livro apresenta.
No entanto, esses não foram os destaques do conjunto de ERROS. Teve uma coisa que chamou mais a minha atenção: as repetições de palavras dentro de um pequeno trecho. Fica a dica para qualquer um, aspirante a escritor, que a diversidade do vocabulário é muito importante em um livro, para deixar a leitura mais natural e “fluída” para o leitor que irá consumir sua produção, tenha a experiência mais agradável possível enquanto ler seu produto. É tão bom ler linhas de um texto em que a narrativa é envolvente não só pela história sendo contada, como as palavras que estão sendo utilizadas para transcrever os cenários imaginados. É muito prazeroso.
Contudo, no livro do Marco, as restrições dos conhecimentos do autor em termos ou sinônimos de várias palavras, deixa a leitura truncada, cansativa e nada convidativa a continuar lendo, porque o leitor fica exausto por ter que parar a leitura e reler diversos trechos do livro, na tentativa de entender o que está acontecendo ali. Nas descrições das lutas, é um show de horrores. Como um autor tem a coragem de escrever uma luta dessa forma:
“Desvia, bloqueia, desvia, bloqueia, desvia, desvia...”.
É um cheat isso??? É um Fatality do Scorpion do Mortal Kombat??? Sei lá o que seja isso. DESCREVA A LUTA CARAMBA!
Ele adora muito a utilização de vários vocábulos. Gosta tanto, que utiliza diversas vezes a mesma palavra, e na mesma frase inclusive: “...fazendo com seu CORPO seja jogado para trás, abrindo diversas feridas em seu CORPO....eram muitos CORPOS caídos ali”. E nem é só a palavra “corpo” que ele repete direto. ”Mudando de assunto”, “Falando nisso”, “sendo jogado para trás”, “dissipou”, “capuz”, “bracelete”, “sádico”, “humanos normais”, “arremessado”, “vários metros para trás”, “força do golpe”, “chances de isso acontecer”(é quase o vídeo dele de chances de nova temporada de um anime qualquer)...tenho uma lista enorme de palavras que se repetem múltiplas vezes em diferentes trechos do livro. Destaque para os “humanos normais”, que parece ser a única métrica comparativa que o autor conhece para estipular um comparativo entre os níveis de poder dos personagens. “Ele é tão forte, que sua força é equivalente à de 5 humanos normais”, “Ela quebrou o escudo do seu adversário, que aguentaria a força de mais de 10 humanos normais.”, ”...aquele guerreiro aparentava ter a força de 8 humanos normais.”, seja lá o que for a força de um HUMANO NORMAL naquele mundo. Além de ser um comparativo vazio, já que a dimensão de forças é baseada em humanos (sendo que eles são humanos do nosso mundo, ou são humanos com outros fatores mágicos? não diz ou fica claro) que não foi detalhada ou descrita no livro, fazendo com que o leitor tenha que completar diversas lacunas deixadas pelo autor, em ambientar de forma mais clara, o que CARALHOS acontece ali. Falando em lacunas...
Personagens
Sou grande fã de desenvolvimento de personagens. Aprecio tanto, que diversas obras audiovisuais que curto, tem esse apelo ou essa característica marcante durante sua exposição dos eventos. E ler esse livro, onde TODOS OS PERSONAGENS SÃO UNIDIMENSIONAIS, me dá uma preguiça inacreditável.
– O protagonista está numa peregrinação em busca de salvar meias-elfas, levando-as para cidade prometida. E tem o passado do protagonista. – Alguém fã dele vai dizer.
Sim, temos o objetivo moral dele de resgatar as meias-elfas e do Arian que está buscando recuperar suas memórias perdidas. Mas e quando ele tem acesso a esses fragmentos importantes sobre sua história, o que acontece? NADA. O personagem não cresce ou se desenvolve de nenhuma forma ao saber dessa informação. Nem impacto ao redor é sentido quando coisas acontecem ou são reveladas. Todos os personagens são apresentados de um jeito e terminam o livro da mesma forma. Não temos arcos de construção, nem mudanças no status quo de alguém. Não temos nenhuma mensagem querendo ser passada durante a leitura, nem construção decente de interesses românticos aqui (coisa supervalorizada pelo autor).
Sabem os animes haréns, em que o protagonista sem graça, consegue atrair diversas gurias (as mais atraentes da região) para serem possíveis namoradas dele no decorrer da temporada? Então...acontece a mesma coisa nesse livro. Personagem apelão, não bonito, misterioso, CAPAZ DE ESPANCAR UMA MULHER QUEBRANDO SUA PERNA E BRAÇO (aconteceu no torneio), tem o seu CHARME para as personagens femininas dessa obra. Parece simplista? Com certeza é. Esqueça das camadas de personalidades que os humanos têm. Quanto mais clichê e simples for o personagem, melhor. Não interessa que o Arian gosta de meias-elfas (loiras, olhos azuis, corpo chamativo), nem dessa busca do próprio passado, ou do trauma que a Kardia tem com a morte da figura paterna dela. Nada ameniza a péssima construção de personagens, principalmente das femininas.
E falando nas personagens femininas do livro...
A banalização do estupro (e da violência geral com as mulheres do livro)
Já comento que não sou purista ou coisa parecida. Não me importo que tenha cenas de estupros ou de violências extremas com personagens femininas nos animes, filmes, novelas, seriados, ou outras formas de entretenimento. Sou critico quando essa situação é usada para BOSTA NENHUMA (SÓ PARA CAUSAR). Antes de começar a descer a lenha NESTA PORRA DESSE LIVRO (eu estava calmo, mas aqui não dá...), vou devolver qualquer replica ou contra-argumentos que possa vir sobre a minha opinião com apenas três perguntas. Essas três perguntas, é um teste básico (famoso) para ver se alguma obra utiliza a ferramenta do ESTUPRO de forma NÃO SEXUAL ou BANALIZADA:
  1. O estupro ocorre do ponto de vista da vítima?
  2. Essa cena de estupro, ela possui proposito de desenvolvimento da personagem em vez da trama ou narrativa?
  3. O abalo emocional da vítima é desenvolvido depois?
Se por acaso, durante a execução desse teste, houve UM NÃO como resposta para qualquer uma das três perguntas, podem ter certeza que a cena em questão, foi escrita só para CHOCAR de FORMA GRATUITA o espectador ou o LEITOR. Então, posso dizer que o livro do Marco Abreu, é uma síntese da MISOGINIA redigida em formato literário. É um NÃO para as três perguntas acima com facilidade, analisando o livro como todo e a representação dessas cenas que são mostradas.
Conforme eu ia lendo, não me chocava com o fato acontecendo em si, e sim da forma que foi descrita toda a violência. Primeiro de tudo, todas as 6 cenas de estupros do livro (sim, em apenas um VOLUME, temos tudo isso da utilização de artificio), ocorrem a partir da visão do Arian, personagem masculino. Já começa totalmente errado. Segundo, os estupros só tem a finalidade de servir como fator motivacional do protagonista para agir contra os agressores. As vitimas são deixadas de lado, para exaltação do feito heroico do nosso protagonista, HOMEM, em salvá-las do perigo. Terceiro, depois que são violentadas, as personagens NÃO APARECEM MAIS NO LIVRO. ELAS SOMEM. NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO PARA ELAS E NEM CITAÇÕES POSTERIORES EM OUTROS CAPÍTULOS. Fica na mensagem: “Mais uma donzela é salva. Vamos para a próxima em perigo.”. É muito ruim isso. Quarto ponto, o EXAGERO NAS DESCRIÇÕES quando é uma mulher na cena, em comparação a um homem sendo agredido da mesma forma. Dou até um exemplo. No flashback do Arian, rola estupro da mãe e da filha de uma família que o acolheu quando ele perdeu as memorias. Mas o que aconteceu com o PAI da família? É simples. O vilão desse flashback tem “senso de justiça” e antes de começar a torturar as duas, ele vira para o pai e diz: “Você é muito bonzinho para ver o que vai acontecer daqui para frente”. Facada no coração dele e morre o HOMEM da família. Em um parágrafo, o pai é morto e o vilão, por ALGUM MOTIVO, executou o pai em vez de TORTURA-LO, terminando por aí a violência contra ele. Mas para AS OUTRA DUAS NÃO FOI ASSIM. É nojento, porque foram páginas e páginas de violência contra as duas, com as maiores descrições possíveis (da melhor maneira que o Marco consegue descrever algo), desde de dentes quebrados no soco, facada na perna junto com assinatura do agressor na barriga da vítima com uma espada, fratura no braço, estrangulamento, estupro, morte... É um capitulo inteiro dedicado a isso. Serve para alguma coisa??? PARA NADA. Só serve para chocar ou punheta do leitor (talvez do autor também, não descarto a possibilidade).
E quem dera se fosse só nessas cenas polêmicas. Até nas lutas, o lado “SADISTA” do autor aflora quando tem mulher na parada. “Ele toma uma espadada nas costas e cai morto no chão”, para o caso masculino. Simples e rápido. Agora para o outro gênero: “A espada perfura sua armadura atingindo seus peitos, com o agressor torcendo a bainha, fazendo com que a espada destrua seus órgãos internos, jorrando sangue e agonizando em dor. Ela tenta proteger seu amado enquanto é agredida em seu rosto por socos.” no caso feminino. Detalhado e exagerado. Tenho minhas dúvidas se ele não faz isso de proposito por causa de um rancor amoroso que ele teve no passado.
Também tem a forma que é introduzida todas as personagens femininas no livro. É de ficar batendo cabeça na parede de arrependimentos por ainda continuar lendo isso. “Kadia, com cabelos longos (tara do autor) e pretos, corpo escultural...”, “Lara, loira, olhos azuis, um corpo que chama a atenção dos demais homens enquanto passa.”, “Joanne, mesmo dentro de sua armadura(???), dava para ver sua beleza incomparável a de outras mulheres normais, com um corpo que exalta beleza.”. Já deu para sacar que o primeiro atributo descrito das personagens femininas nesse livro é seu corpo ou beleza. Supostamente, de acordo com o autor, temos personagens femininas fortes no livro. Só que o “forte” para o Marco é no quesito físico, porque NENHUMA DELAS tem características marcantes ou independentes a figura masculina. Nem no teste de Bechdel, as personagens passam. É idiota e superficial. Fica parecendo que estou lendo uma fanfic escrita por um adolescente de 12 anos que nunca interagiu com alguém do sexo oposto.
E puxando o assunto interações...
Diálogos
Aqui fiz um seção especifica para o desastre total que o autor faz pensando que isso seja um dialogo normal entre duas pessoas. Tem muitas conversas nessa história, até demais por sinal. Vai desde de diálogos expositivos onde os dois personagens sabem da informação ou o que está acontecendo, e mesmo assim verbalizam a situação explicando novamente o que houve, para até diálogos dignos de animes ecchi genéricos lançados por aí no Japão. Chega ao absurdo de ficarem três páginas inteiras discutindo sobre qual a raça de cavalo é mais rápida. PARA que quero saber isso?
No entanto, a parada que mais me irritou é a falta de naturalidade na fala de cada personagem. Explico o que eu quero dizer. Quando temos o conhecimento de como os personagens são, como adjetivos, vícios, problemas, comportamento, e outras partes que compõem a persona deles, adquirimos a noção de como o personagem irá falar. Se for tímido, ele vai falar pouco e ocasionalmente na história. Talvez até pausadamente, pensando duas vezes antes de se pronunciar. Se for extrovertido, vão ser linhas e linhas de falas dele, com uma desenvoltura mais solta ao se expressar e verborrágico ao extremo. São exemplos simples e fáceis de entender.
No livro do Marco não se tem isso. Todo mundo fala igual e da mesma maneira. Não há distinção entre um e outro. Se a narração não identificar quem está falando o que, você fica perdido durante a discussão. Apesar da ficha de descrição de cada um dos personagens ser uma linha única, na teoria são todos distintos entre um e outro. Entretanto, quando vão conversar, todos aparentam serem as pessoas mais racionais e calculistas do universo. Pensam demais, teorizam demais, explicam demais:
“Você é muito impaciente Lara. Não se precipite ao atacar”.
Duas linhas depois:
“Devemos atacar a caverna pelo lado direito, discretamente, e aguardar, até os Goblins saírem de perto das prisioneiras, derrubando um por um, assegurando a situação das mulheres – disse LARA”.
A mesma personagem que na teoria é a IMPACIENTE do grupo, arma um plano, calcula probabilidade, é fria/apática ao que está vendo, e tem toda a calma do mundo para explicar um plano para outros personagens sem partir para ignorância de uma vez. As personalidades de todos são iguais, sem distinção alguma. É algo nítido, visto o linguajar extremamente informal e racional que todos assumem na maior parte do tempo.
Em suma, se você já viu vídeos do Marco, vai perceber maneirismos, vícios de expressões e vestígios da personalidade dele nas falas dos personagens do livro. É praticamente o leitor acompanhando um grupo de personagens iguais ao Marco da vida, conversando entre um e outro, sendo os mais prolixos ao falarem, realizando uma missão de escolta para uma cidade qualquer.
Referencias (ou plágios???)
Referencias não é algo ruim. De maneira nenhuma. Muitas excelentes obras, partem de sua ideia inicial de outras histórias já contadas anteriormente. Ter algo para inspirar na sua criação, é bom para sua produção e desenvolvimento.
Não posso dizer que o livro do Arian fez isso de forma “saudável”. Apesar de apresentar algum diferencial em sua estrutura, têm muitos elementos copiados de outros animes ou filmes bem descarados. Desde do passado do Arian, ser extremamente parecido com a do Goblin Slayer, à personagens serem muitos parecidos com obras favoritas do autor, como Akame Ga kill, SAO, Tate no Yuusha,...Tudo é muito familiar, chegando ao ponto de deixar todos os eventos do livro previsíveis. Cheguei a tuitar enquanto lia o livro, chutando o que iria acontecer mais para frente e quase todas as vezes eu acertava o que ocorria, porque tudo era manjado. No momento em que você já assistiu a maioria dos animes citados acima, tudo parece mais do mesmo. A história contada aqui, não tem identidade própria.

Fiz uma seção especial para a personagem, para fazer uma simples pergunta. QUEM É ?
-Ué, mas você não leu o livro?
Li, e é por isso que surgiu a minha dúvida. Ela SUPOSTAMENTE é importante para o protagonista e RELEVANTE para o enredo do livro, conforme citada na sinopse. Então, por que ela não faz NADA durante o livro? Ela serviu para alguma coisa, além de ser um “alivio cômico” em momentos pontuais? Não é atoa que ela é um fantasma, já que ela é invisível até mesmo para o autor que esquece de mencionar ou narrar o que ela está fazendo. Ela só é lembrada quando o Arian está abraçando alguma mulher, e ela faz cara de emburrada (piada de comédia romântica) ou quando o PROTA está ferido gravemente, e ela tem o semblante de preocupação. Só nessas ocasiões que lembram que ela existe e que precisa interagir com a situação. Fica ainda mais crítico depois que começa a batalha dos Goblins. Um quarto do livro ela some, mesmo tendo sido dito que a fica grudada com o Arian 24 horas por dia. Nem citada o que está acontecendo ao redor dela ocorre durante as descrições das lutas. Ela é totalmente descartável nesse primeiro volume. Ela estar ali ou não, faz diferença nenhuma para o enredo. E que nome é esse? É uma tag HTML?
Mais alguns detalhes incomodativos
Vou fazer uma lista para agilizar, até porque já passou de 4 mil palavras e estou tentando colocar tudo nesse texto, o que eu não curti durante a minha experiencia de leitura das Crônicas de Arian.
· A tara do protagonista com Meias-Elfas (alvos primários dos estupros no livro). A justificativa é porque elas não são puras no quesito racial e vivem na margem da sociedade. Porém, só acontece a desgraça com elas. Os MEIOS-ELFOS nem citados são, os coitados.
· Duas páginas escritas para inserir a informação de que bosta de cavalo serve para espantar os Goblins do local, e isso não ser utilizado para nada até final do volume. Foi só encheção de linguiça.
· A alternância de visões dos personagens no foco narrativo entre os capítulos. Não fazia diferença se o capítulo era na visão do Arian ou da Kardia, ou do Dorian, ou da Lara. Tudo levava para o mesmo resultado, sem ter nenhum tipo de aprofundamento enquanto fazia esse tipo abordagem.
· A utilização de palavras pouco usuais da língua portuguesa. Ele ia de uma escrita informal, para formal, depois para cientifica, e seguida voltava para informal. E vários momentos que ele empregava termos mais complexos, de maneira totalmente errada. Se não se garante nem no básico, não arrisca no difícil.
· “Chances baixas de ganharmos.”, “Ele tem chances baixas de vencer”, “As chance são baixas de sobreviver”...era um saco isso a toda hora. Parecia que estava vendo um vídeo do Marco de “Chances de nova temporada para anime tal”.
· As frases filosóficas baratas: “Não tenha medo de errar, repita até ficar melhor, e saiba admitir a derrota.”, “A morte não te ensina nada. Mas se permanecer vivo, pode aprender com seus erros e saber como ganhar da próxima vez”, “Confie em mim, entendo de mulheres, se não se impor um pouco, ela nunca vai te ver como homem. Agora vai lá e joga umas verdades na cara dela, e não aceita um não como resposta”. E são muitas frases. Todas idiotas e nada fica de aprendizagem delas.
· As regras econômicas daquele mundo. Você ganha 100 moedas de bronze por dia trabalhado. Com 10 moedas de bronze não é possível nem comprar um pão, porém com cinquenta moedas, dá para comer bem durante o dia todo(???). Não foi afirmação minha, está descrito no livro. Além de nenhuma noção de economia, o real valor das moedas é um foda-se gigante. Se não tem condições de elaborar um sistema monetário decente, não menciona.
· As insinuações sexuais com crianças. Há cinco momentos no livro que isso acontece e é complicado. De novo, quando aparece isso, você fica refletindo o motivo de continuar lendo o livro.
· O esquema de “pagamentos”. É igual Darker Than Black (quando ativa o poder, tem que fazer algo em troca), só que aqui é pior. A Kadia tem o pagamento de se masturbar(???). O Marko, personagem, tem que transar para fazer o pagamento. A Lara vira uma LOLI (linda, de acordo com livro) como pagamento. Só coisas escrotas e sem função narrativa. Eles não podiam só ficar exaustos quando utilizassem muita mana? Tinha que ter essa mecânica de pagamento?
· O código de barra da missão. Maluco chega numa vila ISOLADA, longe da cidade e me mete essa: “Viemos pela missão 568844EW” WHAT??? QUE BAGULHO É ESSE? É uma chave única de acesso a algum banco de dados? É senha de segurança de cartão de crédito? É a senha automática gerada no caixa eletrônico quando você vai sacar dinheiro? Que negócio ATUAL. Eles estão em um mundo MEDIEVAL, onde não tem comunicação ou troca de informações em tempo real, porém cada missão criada no planeta inteiro, vai ter uma ID única, referente ao local que foi estipulada, e vai valer para todas as cidades, ao mesmo tempo? Como eles validam isso? Que controle eles têm, sendo que não tem um servidor para fazer essa operação? QUE PORRA FOI ESSA?
· Há duas menções, bem rápidas, ao homossexualismo no livro inteiro. A primeira foi durante o primeiro estupro, onde o chefe/vilão do momento se vira e fala para seu capanga: “Você não gosta de homem? Vai se divertir com o segurança desmaiado”. Momento seguinte, o Arian chega e mata todo mundo. Segunda menção foi uma piada que soltaram no quarto arco: “Se fosse um menino de seis anos, aí deveríamos ficar preocupados”. O dialogo se refere a um amigo do Arian, gay, que recebeu a missão de escoltar uma garota de seis anos para a cidade prometida. Basicamente, a imagem de pedófilo/estuprador pode ser associada aos gays por tabela, junto com a mensagem de preconceito sendo passada. NADA machista e preconceituoso. IMAGINA. Só é IMPRESSÃO.
Conclusão
Já dá para notar que não vou recomendar o livro a ninguém. Principalmente, partindo do principio que ele está sendo cobrado para ser adquirido legalmente. Tem no site também, mas a forma comercial está valendo para essa comparação que estou fazendo aqui.
Existem muitos problemas nesse livro, e vários desses poderiam ter sido facilmente resolvidos se tivesse alguém, ou algum editor que confrontasse o autor, demonstrando onde precisa ser melhorado, apontando onde é necessária uma reescrita, tentar novas abordagens na história, etc. Porque parece que o editor é um limitador, censurador, que restringe a criatividade do autor, sendo que na maioria das vezes, ele está tentando ajudar o escritor a organizar melhor suas ideias e sugerindo melhores formas de coloca-las no papel.
A ausência desse tipo de pessoa nessa publicação independente, é muito sentida. O livro é uma bagunça. A ideia central da história está perdida num montante de conceitos jogados ali de qualquer forma, personagens sem desenvolvimentos adequados, repetições de conflitos ou de problemas enfrentados pelo grupo principal (estupros), a falta de preparo e de revisão ortográfica que atrapalha demais a leitura, a falta de originalidade para que transformasse o livro em um diferencial entre os demais, e o principal problema que é a falta de noção dos próprios defeitos que o Marco tem como escritor. Os comentários dele no final do livro deixa nítido a situação. Ele admitir que escreve mal não é o bastante. Durante todo o volume 1, não percebi nenhuma melhora ou tentativa de mudanças. Parece que está falando só dá boca para fora, mas não está fazendo nada para corrigir esse defeito. Só treinar escrevendo, não ajuda em nada. Tem que estudar sobre o assunto, se aprofundar em conceitos de como construir uma boa história, ler outros tipos de livros, memorizar as regras da língua portuguesa (muito importante para ele) e não só ter a noção/consciência dos defeitos, e ainda assim continuar repetindo eles durante a escrita do livro.
Não recomendo ninguém a comprar ou ler o livro As crônicas de Arian volume 1. Nem por diversão vale o tempo.
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2019.05.06 13:28 macaco3001 Ode a Rosinha

A maior parte dos artistas musicais cantam sempre dentro de um mesmo tema, seja ele o amor, a mágoa, a política, os sonhos, músicas infantis ou sobre sexo casual. Mas não há artista como Rosinha. É uma artista única e inigualável, pois é capaz de cantar sobre os mais diversos temas, abordando-os através de situações do quotidiano, e demonstrando o seu enorme carácter com encantadores ritmos.
Neste texto irei abordar alguns dos 112 temas que compõem o repertório musical de Rosa Maria Sequeira Inácio, que considerei oportunos para demonstrar a posição que defendo, que Rosinha não é apenas só mais uma cantora de música ligeira portuguesa, mas sim Deus a falar-nos por pimba.
Rosinha é, indubitavelmente, um compasso moral para toda a humanidade. Demonstra-o por exemplo em "Na conta da tua mãe", música em que avisa um amigo do facto de que a conta da sua mãe anda a ser abusada, pois há pessoas que metem na conta sem dizer a ninguém. Não é toda a gente que, confrontada com a descoberta de abuso financeiro da mãe de um amigo, decide tomar acção, principalmente quando, como revelado nesse mesmo poema, o próprio pai de Rosinha também era culpado de pôr na conta da sua mãe. Outro tema em que Rosinha demonstra a sua enorme compaixão e humanidade é "Mete mais um dedo", em que ajuda um vizinho que adquiriu um acordeão a aprender a tocar, já que, como se sabe, Rosinha é a melhor acordeonista do mundo e arredores. Como ela profere, "Para tocar na gaita, não basta ter dom", todos precisamos de um mentor em diversos pontos da nossa vida e Rosinha, altruíticamente, oferece todo o seu tempo e atenção a ajudar o vizinho, dando-lhe dicas como quantos dedos deve meter. A cantora levanta ainda a sua voz contra a discriminação de género (embora não ao mesmo nível de Índia Malhoa, obviamente) no tema "Os anos são todos iguais", porque afinal, "Seja homem ou seja mulher, os anos são todos iguais".
Além de ser um role model moral, Rosinha é também uma romântica mulher, imensamente dedicada ao seu marido, o que pode ser verificado em inúmeros dos seus poemas. Realçarei 2 deles, começando pelo que é talvez a sua obra mais conhecida, "Eu levo no pacote". Estamos todos com certeza familiarizados com a história contada nesta canção. Rosinha revela que, além de lhe preparar um lanche, ainda o leva no pacote ao seu marido, pois conserva assim melhor o seu sabor, um pequeno detalhe que escaparia a muita gente não tão dedicada ao seu companheiro de vida, que muito provavelmente levaria o lanche numa lancheira, que é obviamente um modo de transporte de comida claramente inferior, como o paladar mais atento poderá concordar.
Num tema mais íntimo, "Só me abro para ti", Rosinha fala do facto de apenas se sentir confortável a falar de alguns dos aspectos mais privados da sua vida com o seu amado, demonstrando que este não é para si apenas um amante, mas sim o seu melhor amigo e confidente, prova da sua fortíssima relação apenas alcançada quando ambos os lados se dedicam verdadeiramente um ao outro, como Rosinha demonstra inúmeras vezes.
Mas as qualidades de Rosinha não se ficam por aqui. Demonstra ser uma empresária de sucesso em "Todos vêm à minha abertura", fruto do seu carisma e génio de marketing, e mostra ainda o seu amor e jeito com animais, em temas como "É de gatas que eu gosto" e "A enguia do meu amor", este último um animal talvez por muitos considerado asqueroso e até nojento, mas com o qual Rosinha não se cansa de brincar todos os dias.
O pináculo da obra de Rosinha no entanto, e arrisco-me mesmo a dizer, o pináculo da música portuguesa, é o tema "Ai ele enterra bem". Neste, Rosinha aborda um tema mais sério, a morte e a efemeridade da vida, e fá-lo com uma eloquência de invejar a Ricardo Reis. Aconselho o leitor mais interessado a pesquisar esta obra, e ao ouvi-la, tentar visualizar tudo o que sai da angelical voz de Rosa Maria Sequeira Inácio. Visualizar Valdemar, o coveiro, a fazer o seu trabalho, enquanto um grupo de pessoas canta "Ai ele enterra bem, ai ele enterra bem, o Valdemar é o melhor a enterrar". Não há melhor analogia na poesia portuguesa para a efemeridade e insignificância da nossa insistência, do que ter o povo num cemitério a cantar, alegremente, não sobre o defunto, mas sobre o homem a fazer o seu trabalho melhor do que qualquer outro. Como se chamava o morto? Não sabemos, já não importa,já partiu deste miserável mundo. E como se chamava o coveiro? Valdemar, o melhor a enterrar.
Quem ouve nas músicas de Rosinha profanidades, é um triste ignorante incapaz de reconhecer o maior talento musical que alguma vez iremos ter a hipótese de ouvir. Rosinha é Deus a falar-nos por pimba, e se Deus sabe tocar acordeão, foi porque a Rosinha lhe ensinou.
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2019.02.04 16:32 ssantorini Dicas de pegação para incels - Parte 2

Leiam primeiro a Dicas de pegação para o incels antes desse post. As dicas de lá são mais básicas e importantes.
Aqui será um post curto, apenas ensinando um pouco como interpretar as atitudes e ações da mulher à luz do que elas estão realmente sentindo pelo cara.
Irei listar as atitudes a partir do melhor cenário (ela quer sexo) para o pior (ela não quer nada, nem mesmo amizade):
1- Ela o quer como amante, primariamente ou só para sexo => Ela é receptiva, colabora com tudo, aceita rápido todos os avanços e faz sexo com rapidez e facilidade.
2- Ela o quer como namorado ou marido => Ela é receptiva, colaborativa, romântica, mas refuga os avanços sexuais do cara e fica se fazendo de pudica. Retarda o sexo ao máximo com o cara. Se o cara for mole ou inexperiente demais (não tiver pegada) ela pode mantê-lo sem sexo por meses ou mesmo anos, até conseguir o casamento.
3- Ela o quer como orbitereserva ou só pra obter atenção e validação dele => Flerta com ele, se insinua, mas evita encontros, sempre dá desculpas e dá muitos bolos. É tipo iô-iô, vai atrás quando ele se afasta e se afasta quando ele vem atrás. Geralmente ela faz o mesmo com vários caras, criando um grupo de "pretendentes" que fica lhe fornecendo atenção e validação para o seu ego. Cada um desses pretendentes acha que é o único e acaba desperdiçando tempo, energia e recursos preciosos que poderiam ser melhor usados investindo em alguém que genuinamente lhe quer.
Dica: se a mulher não fornece nenhum avanço efetivo (ex: se encontrar pessoalmente, ser tocada, dar amassos, beijar) após 1 mês, pare de perder seu tempo e invista em outra.
4- Ela o quer só como amigo => É legal e receptiva com ele, mas não faz nenhum tipo de charme, fica totalmente à vontade, desarrumada e fala assuntos "de mulher" com ele. Reage com horror quando ele se insinua sexualmente e corta qualquer flerte ou avanço romântico.
5- Ela não quer nada com ele => Ignora. Só fala o mínimo pra não parecer mal-educada, ou nem isso.

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2018.07.26 20:32 Dryst115 Medo de se apaixonar

Olá /brasil.
Venho por aqui contar-lhes um pouco da minha história, e gostaria da opinião de vocês sobre como posso resolver isso.
Tenho 21 anos, nunca namorei. Fiquei com duas meninas em toda minha vida, e foram situações um pouco embaraçosas (uma foi em um jogo de verdade e desafio, outra foi uma guria que meu primo achou para eu perder meu bvl.)
Desde essa segunda menina que fiquei (2011~) nunca mais beijei outra . E isso fez com que eu ficasse muito ansioso em relação a isso.
Em 2012 conheci uma menina no colégio, achava ela muito bonita e interessante (éramos muito parecidos), e me apaixonei por ela, quando fui contar que estava afim, ela me friendzonou ao nível máximo, fazendo com que eu ficasse melhor amigo dela. Desde esse ano, eu ficava sempre esperando alguma chance dela, porém ela sempre dizia que nunca ia ficar comigo.
Assim fiquei sem conseguir ficar com ninguém, estava apenas esperando uma chance dela, até o ano passado, quando no meu aniversário, saí com ela e com uns amigos. Lá eu achava que por existir a possibilidade de nós ficarmos bêbados, eu iria ter a chance. Até teve uma hora que estávamos na pista, e me deu uma vontade enorme de beijar ela, só que achei que seria ruim e não beijei. Fiquei mó chateado com isso.
Uns 3 meses depois disso, descobri pelo meu melhor amigo, um cara que considero um irmão, que ela tinha ficado com ele naquele dia. Isso basicamente foi a gota final, e foi quando eu desisti dela de vez.
Desde então não consigo mais sentir nada por outra pessoa, acredito que seja medo de sentir algo e me decepcionar novamente. E como sou uma pessoa mais romântica, eu prefiro mais uma do que todas, então não saio com intenção de pegar qualquer uma, eu meio que quero uma mulher para namorar mesmo, mas estou empacado com isso.
Tem até uma mulher no meu trabalho, que ela é sensacional (me ajudou com essa situação), ela é basicamente o que eu quero, em relação a pessoa e a aparência. Porém não quero correr o risco de perder a amizade.
(Obs: Ja tentei usar o tinder e não consegui muitos matchs. Achei lá uma das mais lindas mulheres que já vi em toda minha vida, até segui ela nas redes sociais, mas não tenho coragem de puxar conversa.)
Alguém aí passou/passa por algo semelhante e tem algumas dicas?
Obrigado a todos.
TLDR: Não fico com nenhuma mulher faz bastante tempo, tive uma desilusão amorosa enorme, isso me decepcionou muito, hoje tenho medo de gostar de outra mulher porque não quero sofrer isso novamente.
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2017.12.25 08:16 Lonely-Kikajimo Como realmente encontrar parceiras sexuais?

Olá, enho 20 anos.Sinto-me realmente muito triste pois em toda roda de colegas que estou, sempre sou o único virgem; sempre preciso ficar calado e apenas ouvir quando o assunto é sexo. Ouço histórias aqui e ali de aventuras sexuais ou de como conseguiram encontrar tal moça ou tal rapaz, sempre tento fazer como eles mas acabo falhando, já li muitas coisas na internet e testei muitas coisas mas falhei também, não sou feio e nem bonito mas pelo menos estou em forma. E vocês? Vocês já transaram? Poderiam dar dicas de como me aproximar de mulheres/amigas para ficar ou transar? Essa agonia está me matando, não aguento mais ver todo mundo, vídeos/novelas/filmes/séries/qualquer coisa romântica e eu ficar apenas me correndo por dentro por não viver aquilo; Pois estou cansado de bater punheta para a foda de outros. Feliz natal a todos.
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